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SEGUNDO MÊS DE COLETA SELETIVA
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O segundo mês de coleta seletiva em Braço do Norte, é novamente positivo, registrou o mês com a menor quantidade de material enviada ao aterro sanitário, em todo o monitoramento, que iniciou em janeiro de 2018.

A quantidade de materiais ainda é alto, precisamos reduzir mais o despejo de materiais em aterro. O aterro não é uma solução para o resíduo.

RESÍDUO CONVENCIONAL
Como fevereiro é um mês mais curto, levou-se em consideração a média diária de produção. Enquanto a média diária do último ano registrou 18,65 toneladas geradas, fevereiro registrou 17,38 toneladas produzidas em cada dia dos seus 28 dias.

Ao depositar em aterro gasta-se muito recurso financeiro, pois o aterro demanda grande área e afastada dos centros urbanos, então também gasta-se nos quilômetros rodados com o caminhão. Além, é claro, do tratamento do chorume - água escura que verte das montanhas de resíduos - para estar dentro dos parâmetros ambientais, e não contaminar o solo e recursos hídricos próximos, a conta é alta.

Portanto, mais uma vez a saída é, em primeiro plano, a redução da geração de resíduos, se, mesmo assim, for necessário a produção de resíduos, que estes sejam recicláveis, e que sejam enviados à reciclagem. Assim, a produção de novos produtos se torna mais barata - pois não extrai matéria-prima do meio ambiente, envolvendo transporte e tratamento - e tem o aproveitamento os produtos já processados.

Portanto, a redução da quantidade de materiais enviados ao aterro sanitário é um ponto muito positivo para se destacar nestes primeiros meses de coleta.



 

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